fechar
topo-acervo

Exposição

Museu Banco do Brasil: Acervos do Brasil

Imagem de Calendário

Permanente

Serviço


  • Local

    CCBB Brasília
    SCES, Trecho 2 – Brasília/DF
    1º andar


  • Horário

    De terça-feira a domingo, das 9h15 às 19h


  • Ingresso

    Entrada gratuita
    Adquira seu ingresso pelo app ou site da Eventim


  • Classificação Livre

Covid19

Fique atento às
recomendações.

Fique atento

Inaugurado em outubro de 2016, o Museu BB – Acervos do Brasil é um importante espaço no cenário cultural de Brasília. Ao traduzir a importância de apresentar ao público momentos históricos da economia brasileira e reunir importantes obras de arte de diferentes épocas do país, o visitante é surpreendido com uma reunião inédita de quadros, de esculturas e também de itens que contam parte da história econômica do país.

Após pesquisas e um verdadeiro garimpo por dependências de todo o Brasil, foram trazidas 76 obras de artistas como Di Cavalcanti, Tomie Ohtake, Carlos Scliar, Athos Bulcão e Burle Marx, além de itens ligados ao exercício da atividade bancária, como documentos de valor histórico, moedas, equipamentos, objetos e mobiliário. O espaço de mais de 6 mil m² conta com um elegante hall para recepcionar os seus visitantes e proporciona a vista de um dos pontos turísticos mais emblemáticos de Brasília, a Ponte JK.

O Banco promove uma interação cada vez maior dos visitantes por meio da exposição permanente “Acervos do Brasil” dividida em três módulos: História, Cultura e Cidadania, e Inovação. O espaço de mais de 6 mil m² apresenta momentos históricos e as consequências dos fatos para os brasileiros, além de traduzir o desenvolvimento do banco como uma instituição de todos. Grande parte do material está ligado ao exercício da atividade bancária, como documentos de valor histórico, cédulas, moedas, equipamentos, objetos e mobiliário.

A sessão Acervos do Brasil reúne peças de arte decorativa, pinturas, gravuras e esculturas de nomes importantes das artes visuais, como as telas dos artistas ligados ao modernismo no Brasil Alfredo Volpi e Di Cavalcanti. De meados do século, a mostra traz Carlos Scliar, Aldemir Martins, Djanira, Arcangelo Ianelli, Wega Nery e Darel Valença Lins. Rubem Valentim está representado com um relevo em madeira que participou da I Bienal Internacional de Arte Construtivista em Nuremberg, Alemanha, no ano de 1969. A mostra apresenta obras abstratas de cunho geométrico de Abelardo Zaluar e Dionísio del Santo. Manabu Mabe, Tomie Ohtake, Kazuo Wakabayashi e Tikashi Fukushima representam o abstracionismo lírico. Há ainda trabalhos de Athos Bulcão e Burle Marx, símbolos da arquitetura ligada ao projeto de modernização do país na segunda metade do século 20. Merece destaque também o núcleo de gravuras com nomes como Fayga Ostrower, Marcelo Grassmann, Maria Bonomi, Edith Behring, Renina Katz, Anna Letycia, Marília Rodrigues e Francisco Brennand. 

Galeria